Desabastecimento de modems 3G da Claro
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A Claro afirma que a demanda por modems 3G superou todas as suas expectativas.
Ainda que alegue que a situação está muito mais normalizada do que no lançamento da 3G, em novembro passado, a operadora disse ainda enfrentar “desabastecimentos pontuais” do equipamento que conecta os microcomputadores e notebooks, segundo Erik Cordeiro, diretor de marketing da companhia.
O presidente da Claro, João Cox, afirmou que de novembro de 2007 a abril deste ano, a empresa aumentou a capacidade de banda larga em sete vezes, “só para se ter uma idéia do nível de demanda, que é altíssimo”, disse ele, em encontro com a imprensa.
Segundo Cox, a empresa não tem limitações de investimento, mas depende de fornecedores dos modems e dos equipamentos de transmissão para atender a todos os clientes.
“A carência de acesso é tão grande que, quanto a gente colocar, vai vender”, disse Cox, que acrescentou: “muitos brasileiros só estão tendo acesso à Internet a partir do celular”.
A empresa disse ter vários fornecedores de modem, mas explicou que outros estão sendo incorporados para dar conta dos pedidos.
A companhia não revela o número de assinantes que conquistou para a 3G, mas o balanço da América Móvil, controladora da Claro, diz que 9 por cento da receita de serviços do Brasil no segundo trimestre já foram gerados pela terceira geração.
A Claro teve uma receita líquida de 2,84 bilhões de reais entre abril e junho, cifra 17,2 por cento superior à de igual trimestre do ano anterior.



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